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Tendências de varejo: o que aprendemos com a pandemia?

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Quatro tendências urgentes para posicionar o varejo neste novo momento

A NRF 2020, maior encontro de varejo no mundo, já havia adiantado algumas tendências para o setor, com inovações em formatos de negócios e processos, porém, com a chegada da pandemia, muito do que foi visto na Feira acabou tomando outras proporções, maiores e mais urgentes.

Quando se trata de formato, o que está em questão é a ativação de canais digitais . Empreendedores do varejo que ainda não buscaram soluções para digitalizar seus negócios, como ferramentas para gestão de estoques e até mesmo a automatização da comunicação em canais digitais como WhatsApp, Facebook e Instagram, precisam considerar esta inovação com urgência para se posicionarem como empresas de varejo atualizadas e capazes de atender às necessidades do mercado. Mais do que digitalizar, o ponto chave aqui é estabelecer um vínculo digital com o cliente, o que acontece, essencialmente, nas redes sociais.

Como disse Guilherme Baldacci sócio-diretor da GS&Friedman, para a Mercado & Consumo, o foco do varejo será: a integração da conexão humana aos recursos tecnológicos, aprimorando a experiência de compra ao longo de toda jornada. Mas, como é possível fazer isso? É aqui que vamos para a segunda tendência, que passa pelos processos. Ao repensar o papel das lojas físicas no cenário pós-COVID, é fundamental rever as qualificações dos profissionais de varejo e prepará-los para entrar nesta nova era. Mais do que proporcionar vendas, eles precisam ser capazes de estabelecer uma conexão emocional do consumidor com a marca. Independentemente de estar no mundo digital, há muitos pontos de contato com a marca que precisam ser humanizados para gerar afinidade. E, para isto, é urgente que o atendimento do varejo desenvolva novas competências.

Algumas leituras podem ajudar a abrir a mente para este novo comportamento, por exemplo, os livros de Harry J. Friedman, fundador do The Friedman Group, “Não Obrigado, Estou Só Olhando”, “Vendedores existem para converter potenciais clientes em efetivos compradores”. O livro “Marketing com Valor Agregado”, de Bob Gilbreath, CMS da Bridge Worldwide, entrega conceitos atuais de marketing e orientações para ajudar no engajamento de clientes.

A terceira tendência tem a ver com o impacto da pandemia nos hábitos do cliente, daqui pra frente o consumidor vai buscar ainda mais conveniência, praticidade de pagamento e entrega eficiente. E não pense que estamos falando somente de delivery. Especificamente quando o assunto vai para o setor de foodservice, uma modalidade já consolidada em outros países começa a ganhar força no Brasil: é o “Grab and Go”, que na prática significa pegar a refeição, pagar e sair. Um formato que aponta para a quarta e última tendência: o touchless retail que é o varejo com cada vez menos toque, onde o desafio é atender bem e vender com o mínimo contato físico com o cliente e do cliente com a loja.

Enfim, o jogo do varejo continua, só é preciso estar cada vez mais atento e atualizado, porque o comportamento do consumidor muda constantemente e de maneira cada vez mais rápida.

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