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4 dicas imperdí­veis para trazer a inovação ao seu negócio

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Inteligência artificial, machine learning, Big Data, Indústria 4.0, internet das coisas, o mundo está à beira de uma transformação radical na forma como as pessoas se relacionam e fazem negócio. 

Inovar não é apenas uma alternativa entre tantas outras, é uma obrigação de quem quer sobreviver em um mercado cada vez mais competitivo e marcado por mudanças rápidas. Mas, a inovação não é artigo de luxo acessível apenas a programadores do Vale do Silício

Ao contrário, ela está acessível a todos, inclusive a quem trabalha no varejo. Isso porque a inovação está no cotidiano, está na forma de ver o mundo e na tentativa de fazer algo diferente a cada dia. Para incorporar uma mentalidade inovadora, separamos quatro dicas que irão ajudar a sua empresa, confira!

1. Comece a inovar

É preciso ter coragem de testar novas possibilidades. Isso inclui oferecer produtos e serviços diferentes aos seus clientes, além de incorporar formas diferentes de atender o público e de entregar o produto. Para o processo de inovação fluir, é necessário testar, sabendo que nem tudo vai funcionar na primeira tentativa. Por isso, é fundamental entender que o erro é oportunidade de aprendizado. 

Lançar no mercado uma ideia, ainda que ela não esteja bem-acabada, é uma forma inteligente de testar sua aceitação e aprimorá-la a partir da opinião dos clientes. É isso o que fazem as startups, ágeis e focadas em inovação, elas criam um ambiente propício para testar novas ideias. Mas, lembre-se: para a inovação trazer resultados é preciso estudo, planejamento.

2. Integre real e virtual

Um bom caminho para a inovação é buscar a conexão entre físico e virtual. Conceitos como o do omnichannel e do Phygital estão se mostrando o futuro da relação lojista/cliente, justamente por buscarem eliminar a barreira entre o físico e o virtual, integrando essas duas dimensões de forma a aumentar a eficiência na prestação de serviços para proporcionar uma experiência completa ao consumidor.

Na prática, como isso funciona? Imagine que você chega a um restaurante e nenhum garçom venha te atender. Em vez disso, você pega seu celular e acessa um Código QR (código de barras que pode ser escaneado pela maioria dos celulares com câmera) da sua mesa: imediatamente, o cardápio surge na tela do seu aparelho, você escolhe o que quer, faz o pedido e paga, tudo pelo celular. Em alguns minutos a sua refeição é servida na mesa. 

Perceba que cada vez mais há uma integração entre o ambiente físico e o virtual, capaz de aprimorar a experiência do cliente.

3. Saiba diferenciar inovação de tecnologia 

Apesar de esses dois termos geralmente aparecerem juntos, tecnologia e inovação não são necessariamente processos relacionados. Diversas alternativas inovadoras no mercado sequer utilizam a tecnologia. A inovação pode se dar em todas as áreas da empresa, desde compras até o pós-venda. Por isso, mesmo lojas de varejo tradicionais têm grande potencial de inovação.

Uma maneira nova de negociar com fornecedores, de proporcionar uma experiência diferenciada ao cliente na hora de provar ou testar um serviço ou produto e agregar novas ofertas de serviço a determinado produto, são alguns exemplos de como a inovação pode transformar um negócio sem necessariamente fazer uso de tecnologia. 

A inovação consiste em fazer algo que os outros ainda não fazem. Mas atenção: a inovação deve estar sempre em função de atender uma necessidade do cliente. Por isso, o primeiro questionamento deve ser “por que” e só depois deve-se partir para definir “o que” será feito.

4. Ouça diferentes opiniões

Para inovar, é importante nos abrirmos a outros pontos de vista, diferentes do nosso. Por isso, a inovação costuma enfrentar grande resistência nas empresas. A inovação não é uma ideia genial que nasce da cabeça do empresário para transformar o próprio negócio. Isso pode até acontecer, mas você terá mais chance de ser bem-sucedido se envolver o maior número de pessoas que possam contribuir com visões diferentes. Isso implica praticamente todas as pessoas que têm relação com seu negócio: clientes, fornecedores, colaboradores etc. 

Uma empresa com perfil inovador envolve funcionários, clientes (por meios de pesquisas de opinião ou outros instrumentos), fornecedores e demais parceiros no processo criativo. Há diversas metodologias para isso, desde o já consagrado brainstorm – dinâmica de grupo usada para desenvolver novas ideias, juntar informação e estimular o pensamento criativo – até dinâmicas mais atuais, como  design thinking – que segundo Charles Burnette, professor norte-americano e especialista no assunto, é um processo de pensamento crítico e criativo que permite organizar as informações e ideias, tomar decisões, aprimorar situações e adquirir conhecimento.

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